Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves
Teresina, 22 de Novembro de 2017
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O 22º FestBandas reuniu bandas de diversos municípios no Estado

13/11/2017 - 12h11
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Durante quatro dias, o Palácio da Música de Teresina foi palco para as apresentações de 21 bandas tradicionais na 22ª edição do FestBandas. O evento, realizado entre os dias 07 e 10 de novembro pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, teve a participação de bandas de municípios como José de Freitas, Caxias (MA), Demerval Lobão, Porto, Parnaíba, Floriano, Batalha e Campo Maior, além dos grupos da capital.
Atraindo famílias e profissionais da área, o festival deixou registrada a importância da música na formação do cidadão. Para a estudante de 14 anos do município de Batalha, Samara Lima, os ensinamentos dados em sala de aula ultrapassam a formação musical. “Nós aprendemos a ter disciplina e a confiar e ajudar o próximo, pois precisamos ter confiança na equipe. Tudo que aprendemos na banda levamos pra vida”, afirmou a jovem.
Pela segunda vez participando do FestBandas, o regente Fábio Mesquita da Banda Manoel Fabiano de Batalha, acredita que o momento é uma troca de experiência para todos os envolvidos. “É maravilhoso ter  essa troca, não só para os regentes mas principalmente para os jovens. Nossa banda tem 70 adolescentes e eles ficam super animados em poderem estar em Teresina, mostrando o resultado do estudo e obtendo o feedback do que acontece em outras bandas”, disse o regente.
O festival reúne bandas de todos os tipos, desde os iniciantes até os avançados, como a Banda 16 de Agosto e a banda do 25º BC, objetivando o resgate dos valores culturais (banda tradicional), respeito, ética, formação moral, entre outros além de mostrar as atividades desenvolvidas durante o ano, tanto em projetos de banda escola, como em outros projetos do Estado.
Para o maestro da banda do Pelotão Mirim de Teresina, Mestre Vidal, o FestBandas é uma das melhores maneiras de incetivo aos jovens. “É fundamental ter incentivo em todas as áreas e as bandas necessitam disso para sobreviver. A música é a melhor arte que existe. Quem participa do festival, leva o incentivo de de querer aparecer como músico e de querer continuar no meio”, disse.