Museu Municipal de Arte Sacra Dom Paulo Libório prepara nova expografia

Mesmo fechado devido à pandemia da COVID-19, o museu Dom Libório continua com suas atividades internas em funcionamento. Além da limpeza, conservação e preservação do seu rico acervo cultural, a instituição está preparando uma nova expografia que será aberta ao público após a liberação por parte dos órgãos competentes.

A diretora, Maria Fernanda Fernandes, ressalta a importância do museu para a cidade de Teresina e ainda as mudanças que ocorrem com a nova gestão.

“Além da preocupação com a preservação do acervo, precisamos transformar o museu em um espaço dinâmico, um ponto de referência tanto para pesquisadores quanto para o público em geral”, pontua a diretora.

A nova expografia contará com um circuito expositivo organizado em seis salas temáticas, melhorando a distribuição do acervo e expondo objetos da reserva técnica, ainda não conhecidos e expostos ao público.

Além das ações físicas, o museu busca também se aproximar do seu público através das redes sociais, principalmente nesse momento delicado da pandemia onde as visitas presenciais ainda não são possíveis.

“Uma das nossas prioridades é aproximar o público da instituição através de ações nas redes sociais, fazer uma maior divulgação do nosso trabalho e levar o museu até as pessoas, enquanto elas não podem vir até nós”, conta a diretora Fernanda Fernandes.

Mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, o Museu de Arte Sacra Dom Paulo Libório fica localizado na Rua Olavo Bilac, 1481, no cruzamento com a Rua 24 de Janeiro, no Centro de Teresina.

Palácio da Música: aulas online encurtam distâncias e dão mais oportunidades aos teresinenses

As aulas on-line do Palácio da Música de Teresina, casa consolidada na cidade há 11 anos, têm trazido diversos desafios, como também muitos frutos, para os alunos e professores. Desde o ano passado, com o início das medidas de segurança por conta da Pandemia da Covid-19, as aulas passaram a ser remotas, fato inédito na cidade, onde o aluno poderá ser certificado em um curso de instrumento musical sem sair de casa.

Este modelo de educação encurtou distâncias e resolveu problemas de mobilidade, favorecendo os alunos que moram em comunidades distantes da região central da cidade, onde fica localizado o Palácio da Música. Atualmente, estão sendo executados cursos de 07 instrumentos, que são divididos em 57 turmas, atendendo neste trimestre, por volta de 500 teresinenses residentes nas zonas urbana e rural.

A advogada Lilian Mendes, aluna do curso de violão, fala sobre a experiência das aulas remotas

A advogada Lilian Mendes, de 27 anos, conta que ficou sabendo do Curso de Violão online por meio de uma amiga que viu o anúncio nas redes sociais. Ela afirma que viu a oportunidade perfeita para concretizar o sonho de aprender a tocar violão, pois sendo um curso online, ela poderia assistir às aulas de qualquer lugar e sem ter que ter gastos com locomoção.

“Em 2019 até iniciei um curso presencial, porém por conta da rotina, acabei abandonado as aulas e agora com essa nova modalidade de ensino consegui me adaptar e em breve já estarei com o meu certificado na mão”, conta a advogada, enfatizando que apesar do preconceito, as aulas online são bem proveitosas, pois os professores acabam dando uma maior atenção ao aluno, sem contar que ajuda as pessoas a não se expor em locais fechados com aglomeração.

Neste novo modelo de curso, os professores também precisaram buscar meios para suprir a falta de contato físico com os alunos, enriquecendo as aulas com material didático, por meio das diversas possibilidades que o mundo online possibilita.

“Ambas as modalidades têm suas vantagens e desvantagens. A grande desvantagem da aula remota, é a falta de contato com o aluno, corrigir minimamente postura, posição de dedos, mas em compensação, exige que o professor se prepare melhor para a aula, buscando materiais, editando vídeos, um maior planejamento e aprimorando a metodologia do professor. Isso aumenta a nossa carga horária, mas é um desafio engrandecedor. Fora os alunos de comunidades distantes que tinham interesse nas aulas e agora têm a oportunidade”, explica André de Sousa, professor de guitarra.

O Palácio da Música é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação de Cultura Monsenhor Chaves. Para mais informações sobre novas turmas, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Monsenhor Chaves e do Palácio da Música.

FMC busca solução para pagamento de 22 projetos da Lei Aldir Blanc

Uma reunião entre a antiga e atual gestão da Fundação Cultural Monsenhor Chaves aconteceu na manhã desta quinta-feira (11) para tratar sobre o pagamento de 22 dos 188 projetos aprovados no Edital da Lei Aldir Blanc executado no ano passado. Todos estes projetos deveriam ter sido pagos até o último dia 31 de dezembro, porém apenas 166 foram pagos dentro do prazo exigido no edital.

Nesta semana, o presidente da Fundação Monsenhor Chaves, Scheyvan Lima, se reuniu de forma virtual com parte dos proponentes que não receberam os recursos dentro do prazo estipulado pelo edital.

“Apesar do recursos estarem disponíveis para pagamentos, os mesmos só poderiam ser liberados após a constatação de fichas de avaliação e atas da comissão criada para avaliar os projetos”, afirma Scheyvan Lima, enfatizando que até a data de hoje estes documentos não estavam disponíveis para a atual gestão.

Durante o encontro, ex-gestores, membros da comissão de avaliação da Lei Aldir Blanc e membros da atual gestão se reuniram no auditório do Palácio da Música para resolver as pendências e acelerar os pagamentos a fim de não prejudicar os proponentes. Na reunião foi cobrado a entrega das fichas avaliadoras e atas das reuniões devidamente assinadas pelos membros da comissão, documentos estes que são necessários para justificar o pagamento dos projetos.

A Fundação Cultural Monsenhor Chaves esclarece ainda que estes documentos são referentes ao processo burocrático do edital e que nada tem haver com os documentos apresentados pelos proponentes e que tão logo toda documentação esteja disponível de maneira legal, a fundação realizará a transferência dos recursos. Para mais informações, o interessado deverá acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br

Acervo da Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina passa por limpeza e organização

Para manter conservado o acervo com cerca de oito mil livros, a Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina, localizada no bairro Matadouro, na zona Norte de Teresina, está realizando a limpeza e organização dos livros. Por conta da pandemia da COVID-19, a biblioteca foi fechada ao público funcionando apenas a parte administrativa.

Recentemente, o espaço ganhou cabines de estudo individual, onde o usuário terá mais privacidade durante o estudo. Outra novidade foi a implantação de um totem com álcool gel e ainda a aquisição de termômetro digital para medir a temperatura dos visitantes, após a reabertura.

De acordo com Antônia dos Santos, coordenadora da biblioteca, foram tomadas todas as medidas de segurança para o retorno das atividades tão logo a mesma seja liberada pelos órgãos de saúde. “Com a mudança dos costumes e dos afazeres no dia a dia por causa da pandemia do novo coronavírus, tivemos que fechar a biblioteca. Estamos buscando soluções para reabrir o espaço e tão logo ocorra a permissão por parte dos órgãos de saúde realizaremos a abertura”, conta Antonia dos Santos.

A Biblioteca Municipal Fontes Ibiapina é um espaço de estudo mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves. Para acompanhar mais ações da biblioteca, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da instituição.

Balé da Cidade de Teresina participa de capacitação com artista carioca

Um dos eixos de ação do Balé da Cidade de Teresina é a busca pelo contínuo aperfeiçoamento profissional da dança. Entre ensaios, pesquisas, estudos e trocas, a companhia procura sempre aumentar seu repertório de referências. Desde a última segunda-feira (08), os bailarinos da Companhia participam da oficina “Práticas de Ajuntamento”, proposta pelo projeto Maria Bonita  e conduzida pela artista da dança, gestora e produtora cultural Mariana Pimentel (RJ).

Na oficina, a artista propõe, a partir da pergunta “Como viver em bando?”, possibilitar que os participantes percebam seus padrões de comportamento em coletivo e ativem práticas de reciprocidade, investigando de que modo estes aspectos incidem no ato de criar. A oficina possibilitará também que cada pessoa possa dedicar tempo e atenção a como seus processos de comunicação e decisão se formulam e se efetivam, em um constante exercício de tensionamento entre o individual e o coletivo.

Para Chica Silva, diretora do Balé da Cidade, essas trocas são importantes para o enriquecimento do repertório dos bailarinos. “Procuramos sempre evoluir em nossas práticas. Essa oficina é mais uma oportunidade de buscar novas referências e estudos para podermos aplicar em nossas produções”, comenta Chica Silva, afirmando ainda que a oficina segue até o próximo dia 13/02 e que a mesma faz parte do projeto de ações formativas Maria Bonita de realização da Associação de Promoção Multicultural – PROMULTI.

Sobre a Companhia

O Balé da Cidade de Teresina é uma companhia pública de Dança Contemporânea, atua no cenário artístico local e nacional, contribuindo com o desenvolvimento e aprofundamento da dança piauiense. Vem aproximando a dança da cidade através da sua atuação compromissada em diferentes ações, como temporadas de apresentações gratuitas, conversas e formação continuada.

O Balé da Cidade de Teresina conta com 18 bailarinos e é mantido pela Prefeitura Municipal de Teresina, através da Associação dos Amigos do Balé da Cidade de Teresina. Tem direção geral de Chica Silva, coordenação artística de Janaína Lobo e ensaios de Carla Fonseca.

Galeria do Mercado Velho abre exposição A MA RIA nesta quarta (10)

Inicia nesta quarta-feira (10) e segue até o próximo dia 25 de março, na Galeria do Mercado Central, no Centro de Teresina, a Exposição A MA RIA, do artista plástico Marcos Pê, que fala sobre Maria, que para o artista é o prefácio da vida de todos. O pródromo da existência do afeto.

Marcos Pê conta que Maria é o primeiro nome subjacente a qualquer mulher. É um feminino além do gênero. “Mulher Maria ou Maria Mulher é sempre uma referência automática à poesia, resistência e uma vocação natural para as lutas. Maria também é o sexo forte, a fé da adoração dos rosários e dos joelhos postos. Maria é ventre, germina, floresce, brota. Nada combina mais com Maria do que vida”, diz Marcos Pê, afirmando ainda que nada combina mais com arte do que Maria.

O artista é natural de Cajazeiras (PB) e reside em Teresina-PI desde 1983. Além de artista plástico, ele é publicitário. Ilustrou vários livros: No altar da poesia, Um mar de poesia, Cantadores, Cancela Velha, Outros mares, Invernia, O que é poesia, Inspiração e outros.

Como diretor de arte do longa-metragem João, foi também responsável pela reconstrução artística das sequências de dramatização.

A Exposição A MA RIA é financiada através de recursos da Lei Federal Aldir Blanc, executada pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para acompanhar mais ações desenvolvidas na Galeria Cultural do Mercado Central, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais da Fundação Cultural Monsenhor Chaves.

A Galeria do Mercado Central funciona de segunda a sexta das 9h às 17h e aos sábados das 9h às 13h, no Mercado Central de Teresina.

Fundação Monsenhor Chaves apresenta novos coordenadores e fortalece compromisso com o cenário cultural

Na manhã desta quinta-feira (04), a Fundação Cultural Monsenhor Chaves apresentou seus novos coordenadores de casas e projetos, em evento realizado no Palácio da Música. Casas históricas como o Museu Dom Paulo Libório e a Casa da Cultura ganharam novos diretores que fortalecerão o compromisso com o cenário cultural da cidade e com os artistas.

A gerente de promoção cultural, Silmara Castro, reafirma o compromisso da gestão com a cultura da cidade. “Estamos vivendo um momento sublime assumindo a FMC. Esses coordenadores têm a nossa cara e estamos felizes pois, apesar do momento de pandemia, estamos com muitos projetos para nossa cidade e esses novos gestores chegam para contribuir com a cultura de Teresina”, conta.

Kelly Lustosa é bailarina há mais de 20 anos e assume a coordenação de dança, onde pretende resgatar projetos hoje esquecidos e levar a dança para a população da cidade. “Esse momento é a realização de um sonho e o reconhecimento de mais de 20 anos de serviços prestados à Fundação Monsenhor Chaves. Eu já fui do Balé da Cidade, dei aula nas casas e hoje assumo a coordenação para resgatar projetos que se perderam ao longo dos anos e que fizeram diferença na vida de muitos jovens na cidade”, afirma a coordenadora.

Palácio da Música abre inscrições para cursos gratuitos

O Palácio da Música, localizado no Centro de Teresina, inicia nesta quinta-feira (04), as inscrições para os cursos de sanfona e violão juvenil. Por conta do distanciamento social provocado pela COVID-19, as inscrições e aulas acontecerão de forma remota, não havendo a necessidade do interessado ir até a sede do palácio.

As aulas do curso de violão juvenil ocorrerão nas segundas-feiras às 16h30 e nas quintas-feiras às 8h, sendo que os interessados em ocupar uma das vagas deve ter de 10 a 17 anos. Já o curso de sanfona ocorrerá nas terças-feiras, às 14h, e nas quintas-feiras, às 8h e interessados deverão ter idade a partir de 12 anos.

Para ambos os cursos, os participantes deverão ter o próprio instrumento e celular ou computador (com webcam) com acesso à internet. As inscrições e aulas serão gratuitas dando oportunidade de aprendizado para todos, para participar basta enviar uma mensagem via WhatsApp para o número 99428-3023.

Segundo Scheyvan Lima, presidente da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, desde o início da pandemia da COVID-19 as aulas presenciais foram canceladas e que, por isso, o órgão que gere a cultura no município teve que se adaptar a atual realidade a fim de continuar contribuindo com os munícipes. “Entendemos que sem a imunização completa de todos os munícipes não é viável a realização de atividades presenciais, por isso estamos reiniciando todas as nossas ofertas de forma on-line”, afirma Scheyvan Lima.

O Palácio da Música abriga diversos projetos culturais, o espaço é mantido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Para se atualizar sobre as atividades e ofertas de cursos oferecidos pelo Palácio da Música, basta acessar o site fcmc.teresina.pi.gov.br ou seguir as redes sociais das instituições mencionadas.

Antes de tudo e depois do feito: coletivo lança curso gratuito de artes visuais em Teresina

Nos últimos anos, tem sido crescente a procura por profissionalização na área cultural no estado do Piauí. Esse interesse tem partido pela intensa produção artística em nossa capital que tem incentivado a população a mergulhar  nesse mundo. Pensando nisso, o Coletivo Latinas lança o curso introdutório de práticas em Artes Visuais em Teresina. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 10 de fevereiro.

Com o intuito de auxiliar artistas e agentes culturais a pensar na criação de portfólio e também conhecer as demandas da produção de uma exposição, a iniciativa é uma ação educativa de formação, funcionando como estímulo para refletir sobre a prática no eixo das artes visuais.

“Todos os profissionais envolvidos na iniciativa são artistas visuais e agentes da cultura. Estamos sempre atentos às demandas da cidade e em aprender cada vez mais dentro do nosso segmento. Todavia, percebemos que aqui no estado, no caso mais específico em Teresina, havia pouco direcionamento em ações educativas e de formação para quem é artista visual.”, afirma Alana Santos, uma das organizadoras da oficina.

Mesmo de maneira introdutória, o curso “Antes de tudo e depois do feito” abordará temas de pré-produção, produção e pós-produção, tais como: construção de portfólio, acessibilidade, planejamento, cronograma, expografia e programa educativo. A oficina terá carga horária de 30 horas e, ao todo, serão 20 vagas ofertadas. As aulas iniciam ainda este mês, no dia 22, e serão na modalidade online.

“Queremos começar uma formalização desse nicho das artes visuais para que, cada vez mais, possamos ter eventos bem articulados, exposições acessíveis, propostas nas artes visuais passando em editais tanto aqui como fora”, finaliza Alana.

A iniciativa é um dos projetos contemplados pela Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Monsenhor Chaves (FMC) através da Lei de Auxílio Emergencial Aldir Blanc, que atua como um incentivo para o setor artístico que enfrenta o forte impacto da pandemia da covid-19.

Para participar do curso, acesse as redes sociais do Coletivo Latinas (@coletivolatinas) e preencha o formulário. Lá, você também encontra o regulamento e a programação.

Orquestra Sinfônica de Teresina faz ensaio com distanciamento social

O funcionamento de uma orquestra vai muito além da apresentação em cima dos palcos. Os ensaios são fundamentais para o sucesso dos concertos.

A pandemia do coronavírus modificou bastante a vida da Orquestra Sinfônica de Teresina (OST) e ao longo dos meses de isolamento social, os músicos da OST não pararam de trabalhar, dedicando esforços no desenvolvimento de ações em ambiente digital para garantir a excelência.

Em dezembro, com muito cuidado e após muitas discussões com especialistas e a vigilância sanitária com a diretoria, a Orquestra voltou a realizar ensaios abertos no Parque da Cidadania, seguindo rígidos protocolos de segurança e saúde. “Uma Orquestra é uma aglomeração por excelência, então foi preciso muita conversa e planejamento para voltarmos aos ensaios sem colocar as pessoas em risco, nem músicos e nem público”, conta o maestro Aurélio Melo.

Ainda em novembro de 2020, após meses de planejamento, a Orquestra voltou aos ensaios presenciais no Palácio da Música. As restrições, devido à pandemia de Covid-19, resultaram em uma série de mudanças no dia a dia da Orquestra, com disposição de álcool em gel em todas as dependências, higienização das salas entre cada ensaio e restrição de pessoas. As atividades com instrumentos que utilizam cordas têm acontecido de forma mais intensa e frequente.

Os naipes de sopro ensaiam em dias e horários diferentes para manter a segurança de todos os músicos. Pensando nisso, a diretoria da OST criou um cronograma para ajustar os ensaios. “Precisamos separar os músicos de sopro pois é mais delicado, assim, eles ensaiam em locais diferentes e com protocolos mais rígidos”, conta o maestro Hilson Costa.

Mesmo com todas as restrições, os músicos estão felizes com a volta dos ensaios. Daniel Vinicius é chefe do naipe das madeiras e toca flauta transversal. “Depois de quase um ano e toda a fatalidade que nos aconteceu, voltar aos ensaios é ter a certeza que estamos seguindo em frente. Nossos maestros, mesmo sendo grupo de risco, estão nos dando força para seguirmos”, conta o músico.

A Orquestra é mantida pela Associação dos Amigos da Orquestra Sinfônica de Teresina com a ajuda da Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Monsenhor Chaves.